Trapézio das emoções, das sensações, do amor sem rede. Porque o mundo é uma escola e a vida é um circo.
domingo, 31 de março de 2013
O que te estraga a dieta?
Jantar pré aniversário e despedida dos 26 anos: Fondue de quatro queijos com pão torrado no El Refugi Alpi em Andorra.
Almoço de aniversário: Kentucky Fried Chicken em Barcelona
sábado, 30 de março de 2013
Andorra
Nunca tinha ido a Andorra mas estava careca de ouvir falar. Todos os meus amigos já foram a Andorra uma quantidade inimaginável de vezes. Todos gostam e praticam desportos de neve.
Eu não.
Não fui a Andorra pelo ski, nem sequer pelo sku.
Fui pela neve, pelas compras e para conhecer. Não gosto de neve. É bonito ver na televisão e admito que numa viagem que não implique andar muito a pé, mas se cá nevasse, eu seria muito menos feliz. Ainda assim, lá está, gostei de vê-la em Andorra.
As compras, esse grande mote, decepcionou. Achei tudo caro, muito caro mesmo. O que é barato em Andorra são as bebidas alcoolicas, chocolates e perfumes. Tudo o resto... nepia. E garrafas/frascos era exactamente tudo o que eu não podia comprar, por causa do avião.
Comprei apenas umas botas Timberland para chuva e neve (e cidade), pela módica (?) quantia de 130€. Cá seriam praí 200€. E nem sequer foi uma compra de gosto, foi necessidade, já que as botas que levava calçadas resolveram desintegrar-se: a borracha das solas foi-se desfazendo a partir do momento em que aterrámos em Barcelona até definharem nas ruas de Andorra, tendo eu deixado um rasto de borracha por mais de 200km. Comprei também uma saia no outlet na Mango mas para preço de outlet, não foi propriamente uma pechincha.
Eliminado o mote compras, a neve não decepcionou. As montanhas estavam completamente branquinhas, tudo muito bonito, muito Heidi nos Alpes. A paisagem é de cortar a respiração, com as muralhas de montanha a rodear os vales cheios de rios. Almoçamos numa cabaninha de montanha com comida maravilhosa e farta. Dá-me fome só de lembrar.
Gostei muito de Andorra. Se eu tivesse vontade de fazer ski, certamente voltaria. Mas como desportos em geral não me atraiem, se for pelos mesmos motivos, creio que não volto lá mais.
Os meus 27 anos começaram muitissimo bem!
Das ofertas
Disse que os presentes forma muito bons, e foram, mas com esta frase, dei, sem querer, a entender que teriam sido muitos. E não foram. Mas foram mesmo muito bons!
1 - viagem a Andorra - presente do pai. Viagem espectacular!
2 - passadeira de corrida para ajudar no meu plano de emagrecimento - presente do namorado e grande surpresa do dia, ainda fico embevecida quando entro no quarto e a vejo.
3 - balança de hello kitty, um mimo - presente também do namorado, no seguimento do plano de emagrecimento.
4 - camisola de malha com as cores da estação, preto e branco - presente do irmão.
5 - dinheiro - presente da restante familia.
Poucas coisinhas mas tãooo boas!
terça-feira, 12 de março de 2013
segunda-feira, 4 de março de 2013
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Growing
Não é o facto de trabalhar há quatro anos, nem viver sozinha há dois, nem ter viajado sozinha por uma série de países desde há anos, que me faz sentir adulta. Nem sequer é o facto de já pensar em casar num futuro a médio prazo. O que me fez sentir adulta, pela primeira vez, foi ontem ter sido aconselhada pela minha mãe a não parar de tomar a pilula para não correr o risco de engravidar. Esse pequeno comentário, dito de forma tão casual, fez-me sentir adulta. Só quem não a conhece, não entende o impacto que o comentário teve em mim. Nunca na vida esperei ouvir tal coisa dela, porque sexo, explicita ou indirectamente, nunca foi um tema abordado entre nós. E eu gostava que assim tivesse continuado pela vida fora. Mas depois de a ouvir dizer tal coisa, acho que cresci para o patamar das mulheres adultas.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Informação sem qualquer relevancia a não ser para mim própria
A lista de blogs que sigo anda tão extensa que quando acabo de ler o último, quase que posso começar de novo pelo primeiro e seguir por aí adiante, porque já têm uma série de actualizações.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
O fusuê
Não entendia o alvoroço em torno do livro As Cinquenta Sombras de Grey, quando ouvi falar dele pela primeira vez, no verão passado. Quando estava no aeroporto à espera do voo para a Tunisia, no fim de Julho, vi o livro na papelaria e este vinha com um post it amarelo que dizia qualquer coisa como sendo aquele o livro que toda a gente falava. Na altura não me suscitou nenhuma curiosidade e nem sequer peguei nele. Fui continuando a ouvir o burburinho, as criticas positivas e negativas até que resolvi ir investigar o motivo do fusuê...
Já li o primeiro volume, vou agora a meio do segundo. Em primeiro lugar, é um livro que se lê bem, estilo novela, onde não se pensa demasiado em absolutamente nada. Sim, tem sexo aos montes, mas no estilo erótico acredito que haja obras muito melhores. O livro, ou a trilogia (se bem que ainda não li o terceiro) são muito infantis; têm inconsistências e factos improváveis. Básicamente é uma rapariga de 21 anos que se acha feia e desajeitada, sempre a admirar-se com a atenção que recebe, sempre a questionar-se, sempre a ser uma verdadeira chata. É um tipo "podre de bom", "lindo", "maravilhoso", "bla bla bla", que é passado dos cornos e gosta de acorrentar e açoitar a rapariga. E não passa disto. A rapariga era virgem mas logo na primeira vez tem três orgasmos (... alguém acredita que isto é possivel?), e não há vez nenhuma que não os tenha. Altamente improvável, certo? O gajo é multimilionário e leva-a a andar de helicóptero, planador, catamaran, uma frota inenarrável de carros... e é isto. O livro não tem muito mais. Tem os suspostos dramas de vida dele, que se vão sabendo a conta gotas, como que para encher chouriços, tem descrições imensas e ocas dos sentimos dela por ele e da falta de retribuição dele por ela e tem imensas semelhanças com a saga dos vampiros patetas, o Crepúsculo.
Em todo o caso estou a gostar de ler, porque de facto são livros fáceis de ler e que prendem pela novela que se desenrola sem nos levar praticamente a lugar nenhum. É uma leitura leve, boa para férias ou, no meu caso, para principios de noite, enquanto o sono não chega.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
No escurinho do cinema
Ou, na verdade, no escurinho da sala de casa, estes foram os últimos filmes que vi e que gostei muito:
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
E lá chegou o dia
Eu não sei como isto aconteceu. Juro que não sei.
Não posso mais fingir que não vejo ou que não me apercebo. A balança do consultório médico confirmou: estou dez kg acima do peso. É verdade que os sei disfarçar e quase não se nota. Ou os outros não notam, porque eu já reparei que as pernas estão tão trambolhas que as botas de cano alto não sobem, as galochas cortam-me a circulação, as skinny jeans não passam do tornozelo.
Mas eu não sei fazer dieta, não sou persistente nem tenho capacidade de sacrificio. Ou não tinha, porque a partir de hoje, estou oficialmente de dieta. Dê por onde der, tenho que perder os dez kg nos proximos meses. Tenho que voltar a sentir-me bem, feliz com a imagem que vejo no espelho, o que é coisa que agora já não acontece.
A gota de água foi ontem provar dois vestidos, já que antes do casamento de Abril vou ter um em Março e nenhum dos dois me servir: um não passou no rabo, outro cabe mas fica tão justo e apertado que parece que tenho umas maminhas XL.
Estou deprimida.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Da felicidade
Ora bem.
Poucos dias antes do fim de 2012 desatei num pranto. Inesperado o pranto e a noticia que o provocou. Chorava tanto que o rapaz teve que encostar o carro à berma da estrada, para tentar perceber o que me tinham dito que me tinha posto naquele estado.
Eram lágrimas de felicidade.
Quando a minha amiga Silvia foi fazer a última prova do vestido de noiva, e me convidou para ir assistir, também chorei. Emocionei-me. Desta vez o choro começou logo com a noticia. Nem quero pensar como vai ser quando a vir de branco.
Sou demasiado sensivel para algumas coisas. Casamentos é uma dessas coisas.
Como se não bastasse dizer-me que vai casar, ainda me convida para madrinha. Disse-me que tinha que ser eu. Que assim é que é. Mais lágrimas.
Portanto, em 2013 a época das bodas começa logo em Abril.
Nota mental: usar maquilhagem à prova de água.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Pink bear
Esta é a Bellinha, (Alexandra Bell para os desconhecidos*) a ursa mais rosa da iPhonolândia! É
linda e é minha! Até agora foi a minha única compra de saldos.
* É claro que vocês entendem a gracinha e sabem quem foi Alexander Bell, o suposto inventor do telefone. Sabiam, certo?
Praia em casa
Este é o quadro que a sogra fez para me oferecer no Natal. Na minha opinião está lindo e mega original. Encontra-se agora no hall lá de casa. Ela pegou numa placa de madeira, pintou de azul e colou a areia e as conchas, búzios e até um pequeno caranguejo. Quem gosta?
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Feliz 2013!
Estou de volta!
Estive sem computador nas férias, pelo que não consegui actualizar o blog.
Começando pelos dois últimos posts... o pai natal deu-me o que pedi! Apesar da crise, este foi um natal muito bom. Ganhei o Iphone, o Ipad e as galochas hunter! O namorado maravilhoso deu-me o Ipad e as galochas e o pai fantástico deu-me o Iphone. As malinhas não chegaram, pode ser que venham no aniversário ou em próximos natais, a esperança não está perdida. Recebi ainda uma almofada linda do Querido Home Styling e outra da Zara Home para o meu sofá; um vestido preto; uma mini frigideira para panquecas e outra para ovos; uma pega de cozinha; chocolates; brincos e um quadro maravilhoso feito pela sogra, que lembra a praia. Quando puder ponho aqui foto. Adorei todos os presentes, pai natal foi nota 20!
As férias foram na praia da coelha, no algarve, em casa da sogra. Descansei, dormi muito, viciei-me nos jogos do Ipad e ainda consegui receber uma noticia muito boa, porque a felicidade das minhas amigas são a minha felicidade!
Feito o pequeno resumo, acredito que 2013 será um ano bom, cheio de felicidade. Tenho um namorado maravilhoso, que amo e acredito ser o "the one", pais lindos e sempre presentes, um gato que é o meu amor de estimação e muito bons amigos. Ah, também tenho um emprego que me paga as contas e os botões. Tenho de admitir que tenho tudo. E o que falta, que não é essencial, chegará com o tempo.
Feliz 2013 a quem me lê!
Estive sem computador nas férias, pelo que não consegui actualizar o blog.
Começando pelos dois últimos posts... o pai natal deu-me o que pedi! Apesar da crise, este foi um natal muito bom. Ganhei o Iphone, o Ipad e as galochas hunter! O namorado maravilhoso deu-me o Ipad e as galochas e o pai fantástico deu-me o Iphone. As malinhas não chegaram, pode ser que venham no aniversário ou em próximos natais, a esperança não está perdida. Recebi ainda uma almofada linda do Querido Home Styling e outra da Zara Home para o meu sofá; um vestido preto; uma mini frigideira para panquecas e outra para ovos; uma pega de cozinha; chocolates; brincos e um quadro maravilhoso feito pela sogra, que lembra a praia. Quando puder ponho aqui foto. Adorei todos os presentes, pai natal foi nota 20!
As férias foram na praia da coelha, no algarve, em casa da sogra. Descansei, dormi muito, viciei-me nos jogos do Ipad e ainda consegui receber uma noticia muito boa, porque a felicidade das minhas amigas são a minha felicidade!
Feito o pequeno resumo, acredito que 2013 será um ano bom, cheio de felicidade. Tenho um namorado maravilhoso, que amo e acredito ser o "the one", pais lindos e sempre presentes, um gato que é o meu amor de estimação e muito bons amigos. Ah, também tenho um emprego que me paga as contas e os botões. Tenho de admitir que tenho tudo. E o que falta, que não é essencial, chegará com o tempo.
Feliz 2013 a quem me lê!
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Dear Santa #2
Lembrei-me de mais dois itens... que me fariam tão feliz! A Chanel é intemporal... ando há meses a dizer que preciso duma destas para combinar com os meus óculos de sol. Será que é desta?
Uma Carolina Herrera também me aquece o coração, qualquer modelo é bem vindo, mas este em particular deixa-me a suspirar...
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Dear Santa
Eu não sou menina de pedir nem pedinchar nada. Sempre que vou para pedir alguma coisa, automáticamente ouço a vozinha da minha mãe nos ouvidos "não se pede nada a ninguém", a frase que cresci a ouvir. Mas enfim, é Natal e pode haver dúvidas em relação a coisas que me fariam feliz... também os anos tão quase aí, em Março, pelo que se não for possível receber pelo Natal, poderá ser pelo vigésimo sétimo aniversário.
Claro que há um milhão de outras coisas que eu gostaria de receber, mas hoje compilo uma listinha de apenas três items, mais dispendiosos:
Eu adorava ter um Iphone... algo me diz que este será um presente já garantido! Ieeiii!
Um Ipad também é algo que me faz falta e gosto
Para quem não posso gastar o valor do Ipad, por um bocado menos (bem menos!) pode sempre optar por umas galochas da Hunter, para me animarem nos dias chuvosos... há vários modelos, mas eu prefiro mesmo o modelo mais simples e em preto. Coisas de rapariga discreta...
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Jean Paul Gaultier
Não pude fotografar as jóias da Cartier porque era proibido (cada peça linda, ó tão linda, de babar...) mas a do Jean Paul Gaultier podia-se.
Não gosto deste criador, aliás, não gosto de criador nenhum que seja maluco e não entenda que a roupa é para se usar. Coisas malucas que não se pode levar à rua para mim não servem. Houve apenas dois ou três vestidos que gostei e que usaria sem problema, tudo o resto... too much madonna...
Estes são os amalucados, tão tipicos de Gaultier:
Não gosto deste criador, aliás, não gosto de criador nenhum que seja maluco e não entenda que a roupa é para se usar. Coisas malucas que não se pode levar à rua para mim não servem. Houve apenas dois ou três vestidos que gostei e que usaria sem problema, tudo o resto... too much madonna...
Estes são os amalucados, tão tipicos de Gaultier:
Estes são os que gostei e que usaria sem qualquer problema:
Madrid
Estive em Madrid este fim de semana, fui sábado às oito da manhã e regressei domingo às cinco da tarde. O motivo foi cultural, fui ver as exposições de Gauguin e das jóias da Cartier no Museu Thyssen e a exposição de Jean Paul Gaultier na Fundação Mapfre. Como houve um tempo morto entre uma e outra exposição, vi a coleção permanente do Thyssen, três andares de pintura, do mais antigo ao mais contemporâneo. Na Fundação Mapfre deu ainda para ver a exposição Retratos, cedida pelo Museu de Arte Moderna do Centro Georges Pompidou, de Paris.
Foram dois dias extremamente cansativos, a andar a pé para todo o lado, mas muito bons. Não estava frio nenhum, tem estado muito mais em Lisboa, felizmente não choveu. No sábado à noite eramos para ter ido jantar ao Mercado de San Miguel, mas depois de um dia a andar, as pernas não aguentariam um jantar em pé e a levar encontrões, pelo que fomos jantar à Casa Botín, o restaurante mais antigo do mundo, segundo eles se gabam, e onde se come um cuchinillo (leitão) maravilhoso. Já lá tinha comido quando tinha 11 anos, pelo que não me lembrava de nada.
Apesar de já ter ido a Madrid algumas vezes, não posso dizer que conheço bem a cidade, porque não conheço. Sempre que vou é por pouco tempo, geralmente fins de semana. Madrid é uma cidade tão grande, e tão grandiosa. Gosto muito. E nota-se um civismo por parte das pessoas em geral que não vejo por cá. Também não tive tempo para andar em shopping spree, fui apenas ao mercadinho de natal da Plaza Mayor e entrei numa Zara para ver o se o preço de um casaco que ando a namorar era igual ao de cá, e saí de lá com um blazer. Ridiculo em Espanha a única loja onde entrei ser uma Zara, mas enfim...
Agora estou inválida, doem-me as pernas desde a anca até ao tornozelo. Mas estou também reequilibrada, uma escapadela de Lisboa de vez em quando faz muito bem à alma. Porque é fora que vemos que Lisboa, cidade que adoro, é pequena e tão provinciana...
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Kaddish
Hoje tenho que ir a um velório. Já é o segundo num mês e o quarto num ano.
Como diz o meu namorado, estamos a ficar profissionais em velórios e funerais.
Como diz o meu namorado, estamos a ficar profissionais em velórios e funerais.
Bad review
Há duas semanas resolvi cortar o cabelo. Como já era fora de horas, tive que optar por um cabeleireiro de centro comercial, sendo o que mais jeito me dava era o Jean Louis David, dos Armazéns do Chiado. Nunca tinha ido a nenhum deste tipo, sou frequentadora de cabeleireiros de bairro, baratinhos, porque acho que pagar o triplo pelo mesmo resultado é uma parvoíce. Mesmo que não fique genial... é só cabelo, volta a crescer, no big deal for me...
Escrevo isto então para dizer que o Jean Louis David, para mim, foi uma visita sem volta. Não gosto de pessoas mandonas no que diz respeito a prestar serviços. Se eu vou pagar um serviço, eu é que sei o que quero que seja feito. No dito espaço, começaram por dizer que o corte que eu queria não mo podiam fazer porque têm que seguir o livro de cortes da marca; pedi para cortar com tesoura, disseram que não podia ser, porque o livro de cortes da marca só autoriza corte com máquina (aqui senti-me um rapazinho, a ir à máquina zero); e quando expliquei como queria que penteassem, disseram que não são seguidores do estilo arrumadinho mas sim do ar "despenteado rebelde", pelo que não me esticaram convenientemente o cabelo, sendo que no dia seguinte já ninguém diria que fui ao cabeleireiro, porque tinha o cabelo tal qual acabada de acordar.
Acho que quem paga é que sabe o que quer que lhe seja feito. Pagar e não fazerem nada do que foi pedido é frustrante. Portanto, Jean Louis David é, para mim, um grande NÃO!
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
1 semana, 1 livro
Tenho alguns escritores de eleição, uns poucos, cuja obra tento ler por inteiro e de forma cronológica. Alguns livros são dificeis de encontrar, não há nas livrarias, não há em venda online. Mas lá os vou caçando nos alfarrabistas e nas feiras de velharias. Ou ponho os amigos de sobreaviso, para se virem tal titulo, mo guardarem. E desta forma já consegui todos os livros de Leon Uris; só me falta um, o Trinity, mas que acredito ainda me cruzar com ele e levá-lo a morar na minha estante.
Leon Uris é um escritor americano que faleceu em 2003; nao conheço muita gente que o conheça, que o tenha lido, o que me causa espanto; não porque tenha sido famoso por aqui, creio que não foi, mas porque com certeza já muito boa gente se cruzou com os seus livros e não lhes deu uma oportunidade. A perda é sempre dos leitores. Leon Uris é só, e completamente, um escritor perfeito, um contador de histórias que emociona, educa, ensina.
Estou a reler o Exodus, livro que li pelos 16 anos pela primeira vez; é um dos melhores livros que já li e cuja releitura é obrigatória a cada 5 anos. Assim como o Mila 18, o Grito de Batalha, o Armagedão, a Passagem de Mitla, as Colinas da Ira, ...
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Nunca me vou esquecer daquele aniversário do meu ex-namorado, em que não tendo tido eu tempo de lhe comprar nada, resolvi transcrever um poema de Drummond de Andrade numa folha, para não deixar passar a data, e dei-lhe o papel com o poema escrito com tanto carinho, ele olhou para o papel e logo o enfiou no bolso das calças, e eu interpretei como querendo ele ler em casa, com calma, com mais significado, e os dias passaram e ele sem falar no poema até que um dia lhe perguntei se tinha gostado do poema e ele apenas me respondeu: "não percebo a tua letra".
Uma semana, um livro
O meu projecto actual é reler todos os livros que tenho em casa, um livro por semana. O prazo de uma semana pode ser alargado, consoante a grossura do livro, contudo até agora estou a conseguir respeitar. Vou na terceira semana, comecei ontem o terceiro livro. Agora que vivo mais longe do emprego e tenho uma linha inteira de metro para fazer, consigo dar grandes avanços na leitura. Tenho também ainda muitos livros por ler, mas prefiro primeiro reler tudo e só depois começar os novos.
O critério é seguir os livros pela ordem em que estão arrumados nas estantes, ou seja, não há critério nenhum.
O primeiro livro no projecto de reler todos os livros que já li foi o Mentiras no Divã de Irvin D. Yalom. Gosto muito de Irvin D. Yalom, muito mesmo. Gosto da maneira como escreve, dos temas que aborda, da construção das personagens, das noções de psiquiatria que ensina. Gostei tanto de o reler quanto já tinha gostado de o ler há anos atrás.
O livro que se seguiu, e por ser do mesmo autor, estava arrumado ao lado do Mentiras no Divã, foi Quando Nietzsche Chorou. Ó céus... que livro tão bom! Ainda melhor que da primeira vez que foi lido.
Ontem comecei o terceiro livro, também do Yalom, A Cura de Schopenhauer. Ainda só li quatro capítulos e é incrivel como, mesmo livros que gostamos imenso, varrem-se-nos da cabeça em alguns anos. Dos outros dois ainda tinha algumas coisas presentes, mas deste nada mesmo. Tão bom este meu projecto, temos tantas pérolas em casa e nem nos lembramos disso.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Kaddish
Invejo e admiro familias grandes, com muitos jovens e crianças, familias coesas, que gostam de passar tempo uns com os outros.
Infelizmente para mim, a minha familia sempre foi pequena, tanto do lado do pai como do lado da mãe. Para além de pequena, envelhecida. A minha bisavó dizia, aos seus cem anos, que esta nunca foi uma familia de crianças. Nem quando havia crianças, já que a sua máxima era que criança servia para ser vista e não ouvida.
Hoje, com grande pesar meu, a familia ainda encolheu um pouco mais... A cidade dos homens ficou sem um membro, a cidade de deus com uma nova habitante.
A dor da morte para os que ficam encurta a dor da vida aos que estavam a sofrer. Sabemo-lo bem e no fundo só nos podemos alegrar com a paz e o descanso que agora ela vai ter. Mas em nós ficam as saudades e a tristeza, e em mim em particular, ficam-me os remorsos. Remorsos de não ter sido mais, melhor. Remoo as vezes que me queixei e que apontei o quanto esta tia nos atrasava, nos prendia. E sei que fui injusta, que exigi demais de uma pessoa sem vontade.
O dia 11 sempre foi para mim um dia feliz, de boa sorte. Dia do meu aniversário e de marcos importantes da minha vida. Mas a partir de hoje, o dia 11 está ensombrado pela perda da minha tia. A primeira pessoa que me foi visitar à maternidade, no 11 em que nasci. E no 11 em que ela se foi, eu não estive lá.
Infelizmente para mim, a minha familia sempre foi pequena, tanto do lado do pai como do lado da mãe. Para além de pequena, envelhecida. A minha bisavó dizia, aos seus cem anos, que esta nunca foi uma familia de crianças. Nem quando havia crianças, já que a sua máxima era que criança servia para ser vista e não ouvida.
Hoje, com grande pesar meu, a familia ainda encolheu um pouco mais... A cidade dos homens ficou sem um membro, a cidade de deus com uma nova habitante.
A dor da morte para os que ficam encurta a dor da vida aos que estavam a sofrer. Sabemo-lo bem e no fundo só nos podemos alegrar com a paz e o descanso que agora ela vai ter. Mas em nós ficam as saudades e a tristeza, e em mim em particular, ficam-me os remorsos. Remorsos de não ter sido mais, melhor. Remoo as vezes que me queixei e que apontei o quanto esta tia nos atrasava, nos prendia. E sei que fui injusta, que exigi demais de uma pessoa sem vontade.
O dia 11 sempre foi para mim um dia feliz, de boa sorte. Dia do meu aniversário e de marcos importantes da minha vida. Mas a partir de hoje, o dia 11 está ensombrado pela perda da minha tia. A primeira pessoa que me foi visitar à maternidade, no 11 em que nasci. E no 11 em que ela se foi, eu não estive lá.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Palpites?
Sintomas:
fome, aumento de peso, dor mamária, má disposição geral.
Alguém se atreve a adivinhar o diagnóstico?
fome, aumento de peso, dor mamária, má disposição geral.
Alguém se atreve a adivinhar o diagnóstico?
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Porquê senhores, porquê?
Não me sai da cabeça a mousse de chocolate divinal que comi há duas semanas no La Finestra.
Momento má lingua
Tenho uma colega nova, que começou a trabalhar aqui há pouco mais de um mês.
Acontece que não gosto nada dela. É uma pessoinha desprezivel. Feia, balofa, arrogante, antipática e essencialmente uma grande saloia. Só me lembro de coisas feias para dizer dela.
Mas... quando estou a desfiar mentalmente a minha lista de defeitos que lhe encontro, lembro-me que a gaiata só tem 21 anos... coitadita, ainda não aprendeu nada. Ainda deve achar que o mundo laboral é um bar de faculdade. Há-de aprender que não.
Acontece que não gosto nada dela. É uma pessoinha desprezivel. Feia, balofa, arrogante, antipática e essencialmente uma grande saloia. Só me lembro de coisas feias para dizer dela.
Mas... quando estou a desfiar mentalmente a minha lista de defeitos que lhe encontro, lembro-me que a gaiata só tem 21 anos... coitadita, ainda não aprendeu nada. Ainda deve achar que o mundo laboral é um bar de faculdade. Há-de aprender que não.
I´m watching you
Últimamente ando a seguir algumas séries novas e a rever outras mais antigas. Resolvi voltar a ver o 24 desde a primeira série, e estou a gostar tanto quanto gostei há alguns anos atrás. Estou também a rever Downton Abbey para preparar a chegada da terceira série. Das novas que sigo, estou a gostar de Revenge e a adorar Homeland, talvez por me lembrar o 24. E aguardo ansiosamente pela chegada da nova série de Anatomia de Grey e Modern Family.
Já há algum tempo que não andava tão viciada na televisão como agora. Chego a casa do trabalho e deito-me no sofá a ver tudo o que o gravador do Meo guardou para mim. Como é que se vivia antes do gravador do Meo?!
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